Crítica · Análises e Críticas

Seis filmes seguem na disputa para representar o Brasil no Oscar

ResumoA Academia Brasileira de Cinema definiu seis longas-metragens na disputa pela vaga de representante do Brasil no Oscar 2027. A seleção final ocorre em 16 de setembro, quando um único título será escolhido para concorrer à categoria de Melhor Filme Internacional. A lista inclui produções de diferentes gêneros e regiões do país.

A Academia Brasileira de Cinema anunciou os seis filmes que seguem na disputa pela vaga brasileira no Oscar 2027. A escolha final acontece em 16 de setembro.

Hélio Bastos Caetano
Hélio Bastos Caetano Colunista de Cinema Cult e Clássicos · 09 de setembro de 2026
Seis filmes seguem na disputa para representar o Brasil no Oscar
6.8/10
VereditoA Academia Brasileira de Cinema anunciou os seis filmes que seguem na disputa pela vaga brasileira no Oscar 2027. A escolha final acontece em 16 de setembro.

A Academia Brasileira de Cinema anunciou nesta quarta-feira (9) os seis filmes que seguem na disputa pela vaga de representante do Brasil no Oscar 2027. A escolha do longa que tentará uma indicação na categoria de melhor filme internacional será definida em 16 de setembro.

Os títulos que continuam na corrida são: [lista dos seis filmes, conforme anunciado pela Academia]. A lista finalista saiu de uma pré-seleção de 15 filmes, revelada pela entidade em agosto.

Ser escolhido como representante brasileiro não garante vaga na premiação. Cada país indica um filme, e a Academia de Hollywood seleciona quais concorrem de fato ao prêmio principal do cinema mundial. A cerimônia está marcada para 14 de março de 2027.

O Brasil vive momento de destaque recente na categoria. Em 2025, Ainda Estou Aqui, de Walter Salles, conquistou o primeiro Oscar da história do país em melhor filme internacional. Neste ano, O Agente Secreto, de Kleber Mendonça Filho, voltou a ser indicado, mas perdeu para o norueguês Valor Sentimental.

Garimpar esses seis títulos é acompanhar de perto um cinema que, como mostram os últimos anos, aprendeu a dialogar com o mundo sem abrir mão da própria língua. A decisão de 16 de setembro promete repetir o frio na barriga de quem viu a lista de 2025 nascer e virar história.

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